Arquivo do mês: dezembro 2011

Augusto


Ah o vento chocando-se contra as cortinas do meu quarto de dormir… Fui saber só hoje da morte do Sinatra… chorei uma lágrima fantasma, o hiato será longo, espero.

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João


Quedo-me olhando a lua Não sou tão moço, a emoção não vem mais Tudo cai, tudo envelhece… A morte é inevitável, adiar, um dia a mais, que diferença isso faz!

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Pedro


Ele vivia sua vidinha, comum, normal, de sempre. Um dia olhou ao redor, dez anos haviam passado. – Quando foi que comecei a crescer?

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