Estranhamento

Eu conheço o chiado dos meus vinis
Eu conheço as orelhas dos meus livros
Eu conheço o quadro negro e meu giz
Eu conheço os sonhos dos meus amigos

Eu reconheço, sou mesmo meio louco
Eu reconheço, desconheço o amor
Eu reconheço quando o muito é pouco
E reconheço, não sei bem o que é dor.

Mas estranho o que me é tão banal
Quem é essa moça ao meu lado?
Seria a esposa revista antes do natal?

Essa vida ‘ta’ muito estranha meu senhor
Não foi assim que sonhei o meu hoje
Estranho, estrangeiro, passageiro, ex-amor.

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Sobre Tiago Carpes do Nascimento

Brasileiro, casado, vinte e poucos anos, escritor por obrigação e prazer, professor, curioso, eclético em matéria de música, adora livros e filmes inteligentes (instigantes), cristão, conservador, gosta de política, já sonhou ser presidente do Brasil, presidiu comitê municipal de sigla política, mas a desilusão foi tanta que hoje se contenta apenas em contribuir para a melhoria da educação e para o crescimento vegetativo da população, tendo dado o seu contributo em duas ocasiões.
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