Ciúme

Amor.

Como você pode pensar essas coisas?

Quando foi que eu deixei você na mão?

Posso não adorar seu arroz com feijão,

Mas isso não é nada de mais,

Nunca foi ou será um sinal de desamor…

Querida.

Se eu estou lendo o jornal enquanto falas,

Não é sinal de que não a esteja ouvindo.

E mesmo que fosse, o que isso tem a ver?

Conversas chatas entediam a todos,

Não são sinal de desamor…

Por favor.

Somos seres adultos, eu pelo menos acho.

Não há mais lugar pra cenas infantis.

Eu te amo. Vou te amar pra sempre.

– Isso não são manchas de batom…

– Chupão? Onde? Ah, para…

– Não é o que você está pensando…

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Sobre Tiago Carpes do Nascimento

Brasileiro, casado, vinte e poucos anos, escritor por obrigação e prazer, professor, curioso, eclético em matéria de música, adora livros e filmes inteligentes (instigantes), cristão, conservador, gosta de política, já sonhou ser presidente do Brasil, presidiu comitê municipal de sigla política, mas a desilusão foi tanta que hoje se contenta apenas em contribuir para a melhoria da educação e para o crescimento vegetativo da população, tendo dado o seu contributo em duas ocasiões. Belíssimas ocasiões, diga-se de passagem!
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